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"Homossexuais aprendem a mentir antes mesmo de aprender a amar"

  • 7 de jun. de 2025
  • 2 min de leitura

Atualizado: 21 de fev.

Bandeira LGBT para representar o texto sobre homossexualidade

A primeira vez que li essa frase ela me chocou profundamente, e se revelou como a expressão mais intensa sobre a violência da qual somos submetidos. Essa frase é do livro Tom na Fazenda de Michel Marc Bouchard, tem todo um contexto e uma história da qual ainda não tive a oportunidade de apreciar.


Quantas vezes você teve que mentir? Se esconder? Sentir vergonha? E quantas vezes pôde amar? Percebe que desde o começo da vida, por nossa segurança, temos que mentir e nos esconder por conta da homofobia, não podemos amar desde o começo da vida, aquele começo da adolescência com as paixonites?


Dificilmente temos a oportunidade de amar e aprender a amar, não sem antes enfrentar vários desafios. A homofobia te faz acreditar que você não é digno de ser amado, de ser aceito, de usufruir de um senso de pertencer a si próprio.


Mas nem tudo está perdido, porque nunca é tarde para aprender a amar, para se amar e amar aqueles que nos cercam, a lutar por aquilo que é importante para você.


Mesmo que você não acredite mais ou que tenha perdido a fé, ou que ainda espere que um relacionamento vá salvar o sentido da sua vida em uma perspectiva completamente dependente do outro.


Não importa onde ou pelo quê você se prenda, há uma saída, ela é construída, ela pode se apresentar e ser lapidada caso você tenha a coragem suficiente de mergulhar em quem você é, de confrontar seus medos, suas esperanças que as vezes podem ser exageradas.


Esse caminho é só seu, é uma expressão de quem você é, o jeito de quebrar o que te prende e se reinventar é único, e é exatamente nesse fato que se sustenta o método dialético da Análise Junguiana: você é único.


Mesmo que tenhamos aprendido a mentir antes de aprender a amar, a vida pode ser recriada sob tantas formas ao ponto de que essa história de opressão não poderá te calar, te oprimir ou te impedir de viver o amor, a felicidade e a plenitude da vida.


É nessa possibilidade que acredito.


Um abraço do seu psi, e até a próxima!

Ricardo Sergio Backes Bertuol

Analista Junguiano e Psicólogo CRP 08/32882

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Você se sente preso? Constante decepção com as pessoas e consigo mesmo por não conseguir mudar? Sente um cansaço constante diante da vida e das relações que só repetem os mesmos problemas? Uma insatisfação e vazio que não passam com nada? Medo de dizer não, de não agradar? Ansiedade porque deveria fazer mais e melhor pelos outros? Se sente envergonhado, esquisito ou inadequado?

 

Essas são algumas das consequências de viver a rejeição, a vergonha seja dentro da família ou fora dela.


O armário e a homofobia causam essas dores, bem como ambientes familiares e sociais difíceis.
Isso cria um padrão de vida, de se relacionar que é sufocante porque você vive sem saber dos seus sonhos, desejos e sem saber do seu potencial. Você está desconectado de si mesmo porque aprendeu que o que e quem você é não tem valor. É viver em estado de alerta para que ninguém descubra suas características ruins, como em um filme de terror e o monstro é o olhar dos outros.


Assim você vive aceitando qualquer coisa porque aprendeu que você não tem valor, então não pode fazer exigências, faz tudo pelos outros, se molda pela felicidade e bem-estar dos outros. Mas os outros felizes e satisfeitos com os seus sacrifícios não traz significado a sua vida, pelo contrário: rouba o sentido de viver.


Recuperar quem você é, ouvir suas emoções, desejos, e descobrir o que faz sentido para você na vida, desenvolver coragem para construir e conquistar o modo de vida que faz sentido apesar do olhar dos outros, das reprovações, a firmeza necessária para manter essa mudança. Essas coisas são a chave para a jornada de quebrar esse ciclo. Isso é mergulhar nas suas cores.


Isso é parar de tentar se encaixar. Imagina, como seria? Sair desse sufoco, se sentir mais leve, fazer o que faz sentido, viver, se relacionar e amar conforme quem você é e o que te realiza. Imagina como seria resgatar suas cores que foram perdidas, esquecidas e roubadas?


Esse é o meu trabalho: ouvir com você o que foi calado, silenciado e esquecido. Mergulhar com você para explorar e resgatar o que foi perdido, não em direção a perfeição, mas em direção a quem você é. Esse trabalho se chama análise.
 

Na análise você vai ser ouvido de modo livre, sem imposições, é um espaço construído para mergulhar nas suas cores, para isso o método dialético coloca eu e você como iguais, se trata de uma descoberta, vamos explorar juntos, no seu tempo, do seu jeito os padrões e ciclos que te prendem, podemos também analisar seus sonhos porque eles nos mostram o que eu e você não vemos, os detalhes das correntes, os mecanismos, o jeito que você cai sempre no mesmo ciclo. Não há preconceitos sobre como você tem que viver, o que é saudável ou normal, o que decide isso é a experiência, é você, se você fica saudável e confortável no estilo de vida que você escolhe viver, então não há imposições.


Eu não determino o que você tem que fazer, porque isso o mundo já fez para você sua vida inteira e o resultado foi péssimo, a análise é um lugar novo para vivenciar o novo, você não precisa de mais correntes, precisa de liberdade para explorar os diversos sentidos que suas emoções, desejos, sonhos e projetos te mostram, você precisa ouvir quem você é. Esse espaço é a análise.


A análise é prática, o que é resgatado se torna ação, experiências que te transformam, mas a direção quem escolhe é você, o caminho é seu e o volante está na sua mão, meu papel é abrir o mapa e mostrar as possibilidades que estavam invisíveis para você até agora.


A análise é o mapa que tem o potencial de abrir novas áreas que você jamais viu antes, novos caminhos, ferramentas capazes de aos poucos quebrar ciclos.


Se tudo isso fez sentido e você quer começar esse trabalho, me chama no Whatsapp, me conta o que tem te angustiado que eu vou te explicar e dizer se a análise é a melhor escolha para você! É só clicar aqui embaixo:

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