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Por que dói muito mais evitar o sofrimento?

  • 27 de ago. de 2025
  • 2 min de leitura

Você tem um sapato apertado, uma pessoa especial que deu esse sapato se ofenderia se você não o usasse mais, então você prefere sentir dores nos pés todos os dias para não criar problemas.


Ninguém sofre por querer, mas você pode se manter em situações dolorosas porque aparentemente sofre menos, mas sofre todos os dias.


Facilmente vivemos um inferno diariamente para não viver o que achamos que é um inferno por um dia, você nem ousa se perguntar: o que há depois desse inferno que eu temo tanto enfrentar?


Talvez no fundo você acredite que dói muito mais descobrir o que vem depois de lidar com a dor que você mais teme, por isso vive longe de si mesmo, sem saber o que deseja realizar, você faz um enorme sacrifício em nome do sofrimento em segurança.


Sofrer o que não se sabe é mais assustador do que sofrer o que já se sabe.


Sofrer por ser quem se é pode ser mais assustador do que sofrer por sustentar coisas que você sabe que são mentiras confortáveis.


As pessoas talvez não tiveram a oportunidade de gostar ou não de você, porque você nunca se mostrou, prefere a dor do falso pertencimento do que a dor de não pertencer para alguns e a alegria de pertencer a outros, o medo te tira das relações e coloca um fantoche no seu lugar, uma máscara.


Usamos máscaras, precisamos delas para viver em sociedade, mas isso não significa que as máscaras se tornaram sua face, porque se isso acontecer, sua vida está sufocada.


Pessoalmente prefiro a dor de ser quem eu sou, do que a dor de ser o projeto do que alguém quer de mim.


Acha que alguém precisa refletir sobre isso? Compartilha!


Ricardo Backes

Psicólogo & Analista Junguiano

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Você se sente preso? Constante decepção com as pessoas e consigo mesmo por não conseguir mudar? Sente um cansaço constante diante da vida e das relações que só repetem os mesmos problemas? Uma insatisfação e vazio que não passam com nada? Medo de dizer não, de não agradar? Ansiedade porque deveria fazer mais e melhor pelos outros? Se sente envergonhado, esquisito ou inadequado?

 

Essas são algumas das consequências de viver a rejeição, a vergonha seja dentro da família ou fora dela.


O armário e a homofobia causam essas dores, bem como ambientes familiares e sociais difíceis.
Isso cria um padrão de vida, de se relacionar que é sufocante porque você vive sem saber dos seus sonhos, desejos e sem saber do seu potencial. Você está desconectado de si mesmo porque aprendeu que o que e quem você é não tem valor. É viver em estado de alerta para que ninguém descubra suas características ruins, como em um filme de terror e o monstro é o olhar dos outros.


Assim você vive aceitando qualquer coisa porque aprendeu que você não tem valor, então não pode fazer exigências, faz tudo pelos outros, se molda pela felicidade e bem-estar dos outros. Mas os outros felizes e satisfeitos com os seus sacrifícios não traz significado a sua vida, pelo contrário: rouba o sentido de viver.


Recuperar quem você é, ouvir suas emoções, desejos, e descobrir o que faz sentido para você na vida, desenvolver coragem para construir e conquistar o modo de vida que faz sentido apesar do olhar dos outros, das reprovações, a firmeza necessária para manter essa mudança. Essas coisas são a chave para a jornada de quebrar esse ciclo. Isso é mergulhar nas suas cores.


Isso é parar de tentar se encaixar. Imagina, como seria? Sair desse sufoco, se sentir mais leve, fazer o que faz sentido, viver, se relacionar e amar conforme quem você é e o que te realiza. Imagina como seria resgatar suas cores que foram perdidas, esquecidas e roubadas?


Esse é o meu trabalho: ouvir com você o que foi calado, silenciado e esquecido. Mergulhar com você para explorar e resgatar o que foi perdido, não em direção a perfeição, mas em direção a quem você é. Esse trabalho se chama análise.
 

Na análise você vai ser ouvido de modo livre, sem imposições, é um espaço construído para mergulhar nas suas cores, para isso o método dialético coloca eu e você como iguais, se trata de uma descoberta, vamos explorar juntos, no seu tempo, do seu jeito os padrões e ciclos que te prendem, podemos também analisar seus sonhos porque eles nos mostram o que eu e você não vemos, os detalhes das correntes, os mecanismos, o jeito que você cai sempre no mesmo ciclo. Não há preconceitos sobre como você tem que viver, o que é saudável ou normal, o que decide isso é a experiência, é você, se você fica saudável e confortável no estilo de vida que você escolhe viver, então não há imposições.


Eu não determino o que você tem que fazer, porque isso o mundo já fez para você sua vida inteira e o resultado foi péssimo, a análise é um lugar novo para vivenciar o novo, você não precisa de mais correntes, precisa de liberdade para explorar os diversos sentidos que suas emoções, desejos, sonhos e projetos te mostram, você precisa ouvir quem você é. Esse espaço é a análise.


A análise é prática, o que é resgatado se torna ação, experiências que te transformam, mas a direção quem escolhe é você, o caminho é seu e o volante está na sua mão, meu papel é abrir o mapa e mostrar as possibilidades que estavam invisíveis para você até agora.


A análise é o mapa que tem o potencial de abrir novas áreas que você jamais viu antes, novos caminhos, ferramentas capazes de aos poucos quebrar ciclos.


Se tudo isso fez sentido e você quer começar esse trabalho, me chama no Whatsapp, me conta o que tem te angustiado que eu vou te explicar e dizer se a análise é a melhor escolha para você! É só clicar aqui embaixo:

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