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Você se sente preso? Constante decepção com as pessoas e consigo mesmo por não conseguir mudar? Sente um cansaço constante diante da vida e das relações que só repetem os mesmos problemas? Uma insatisfação e vazio que não passam com nada? Medo de dizer não, de não agradar? Ansiedade porque deveria fazer mais e melhor pelos outros? Se sente envergonhado, esquisito ou inadequado?

 

Essas são algumas das consequências de viver a rejeição, a vergonha seja dentro da família ou fora dela.


O armário e a homofobia causam essas dores, bem como ambientes familiares e sociais difíceis.
Isso cria um padrão de vida, de se relacionar que é sufocante porque você vive sem saber dos seus sonhos, desejos e sem saber do seu potencial. Você está desconectado de si mesmo porque aprendeu que o que e quem você é não tem valor. É viver em estado de alerta para que ninguém descubra suas características ruins, como em um filme de terror e o monstro é o olhar dos outros.


Assim você vive aceitando qualquer coisa porque aprendeu que você não tem valor, então não pode fazer exigências, faz tudo pelos outros, se molda pela felicidade e bem-estar dos outros. Mas os outros felizes e satisfeitos com os seus sacrifícios não traz significado a sua vida, pelo contrário: rouba o sentido de viver.


Recuperar quem você é, ouvir suas emoções, desejos, e descobrir o que faz sentido para você na vida, desenvolver coragem para construir e conquistar o modo de vida que faz sentido apesar do olhar dos outros, das reprovações, a firmeza necessária para manter essa mudança. Essas coisas são a chave para a jornada de quebrar esse ciclo. Isso é mergulhar nas suas cores.


Isso é parar de tentar se encaixar. Imagina, como seria? Sair desse sufoco, se sentir mais leve, fazer o que faz sentido, viver, se relacionar e amar conforme quem você é e o que te realiza. Imagina como seria resgatar suas cores que foram perdidas, esquecidas e roubadas?


Esse é o meu trabalho: ouvir com você o que foi calado, silenciado e esquecido. Mergulhar com você para explorar e resgatar o que foi perdido, não em direção a perfeição, mas em direção a quem você é. Esse trabalho se chama análise.
 

Na análise você vai ser ouvido de modo livre, sem imposições, é um espaço construído para mergulhar nas suas cores, para isso o método dialético coloca eu e você como iguais, se trata de uma descoberta, vamos explorar juntos, no seu tempo, do seu jeito os padrões e ciclos que te prendem, podemos também analisar seus sonhos porque eles nos mostram o que eu e você não vemos, os detalhes das correntes, os mecanismos, o jeito que você cai sempre no mesmo ciclo. Não há preconceitos sobre como você tem que viver, o que é saudável ou normal, o que decide isso é a experiência, é você, se você fica saudável e confortável no estilo de vida que você escolhe viver, então não há imposições.


Eu não determino o que você tem que fazer, porque isso o mundo já fez para você sua vida inteira e o resultado foi péssimo, a análise é um lugar novo para vivenciar o novo, você não precisa de mais correntes, precisa de liberdade para explorar os diversos sentidos que suas emoções, desejos, sonhos e projetos te mostram, você precisa ouvir quem você é. Esse espaço é a análise.


A análise é prática, o que é resgatado se torna ação, experiências que te transformam, mas a direção quem escolhe é você, o caminho é seu e o volante está na sua mão, meu papel é abrir o mapa e mostrar as possibilidades que estavam invisíveis para você até agora.


A análise é o mapa que tem o potencial de abrir novas áreas que você jamais viu antes, novos caminhos, ferramentas capazes de aos poucos quebrar ciclos.


Se tudo isso fez sentido e você quer começar esse trabalho, me chama no Whatsapp, me conta o que tem te angustiado que eu vou te explicar e dizer se a análise é a melhor escolha para você! É só clicar aqui embaixo:

Como acontece a análise?

Eu separei em passos para ficar mais fácil de entender o caminho que você pode percorrer nesse trabalho que faremos em conjunto:


Primeiro, vou ouvir sua história, entender suas feridas aos poucos, conforme você quiser mostrá-las, no seu tempo, sem pressões, imposições ou jeitos certos de fazer isso, caminhamos juntos lado a lado. Vou revisitar com você tudo isso, vamos mapear o conhecido.


Segundo, ao ouvir sua história começamos a entender os padrões, os ciclos, como suas feridas trabalham para tentar te comunicar algo que você não percebeu, vamos juntos tentar ouvir sua dor, como ela trabalha e qual o objetivo da dor: que muitas vezes é mostrar que há uma mudança que precisa acontecer, a dor nos apontará direções a serem exploradas, é um sinal que precisa ser ouvido. Podemos complementar essas direções analisando seus sonhos se necessário. Vamos mapeando espaços desconhecidos aqui.


Terceiro, com essas novas direções você começa a perceber a vida de forma diferente, aos poucos você começa a agir diferente testando se as novas percepções fazem sentido.


Quarto, entramos em ciclos de experienciar a vida de modos diferentes, os velhos padrões resistem, mas aos poucos você consegue se perceber e sair dos velhos padrões sozinho em direção a uma vida que não é limitada ao que te aconteceu, mas uma vida que se abre para o que faz sentido e o que te realiza. Vamos nos familiarizando com os espaços antes desconhecidos aqui.


Quinto, você entendeu muito melhor como os velhos padrões te cegam e te fazem reagir no automático, e começa a construir uma vida para além deles, começa a crescer e enfrenta as dores desse processo, mudança não vem de graça é construída, mas estou aqui para tornar esse processo possível. Aos poucos você vai construindo mais autonomia até conseguir sozinho. Aqui você já está bem mais familiarizado e o novo se tornou cada vez mais aconchegante porque você se entende de modo muito mais profundo.


Claro, a análise não obedece esses passos em ordem, tudo acontece de modo simultâneo ou começa pelo 3, volta para 1... tudo isso faz parte, porque cada processo é único, mas não se preocupe que eu vou estar atento a isso e seu processo será feito sob medida para você.


Faz sentido para você? Tem dúvidas? Eu tô aqui para te ajudar a entender melhor e a análise é para você, me chama aqui no WhatsApp:

Por que análise?

Você guardou muitas coisas no armário, mas elas são partes de você, são suas cores, e elas estão vivas! No escuro, nas profundezas elas se tornam a ansiedade, a vergonha, os padrões de reação, a raiva, o ciúme... suas cores reagem ao modo que você lida com elas, quanto mais você quiser agradar ao mundo, quanto mais você tenta se tornar um ideal de pessoa boa, exemplar que agrada a sociedade, mais as cores reagem tentando te puxar para as profundezas para que você as resgate e recupere sua saúde, sua autencidade, seu valor, e aquilo que faz sentido na sua vida. Aquilo que te ensinaram que era feio e deveria ser evitado.

A análise não é só lidar com a dor, mas entender e deixar que a dor desenvolva quem você é, que a dor acrescente algo, que ela seja o sinal para tirar o espinho que não deixa a ferida fechar, e que com o tempo você se desenvolva ao ponto de que a dor faça parte de você, porque você cresceu e agora é capaz de viver para além dela, assim suas feridas não vão mais te definir, mas sim aquilo que pulsa e te realiza, o que você quer realmente viver.

Jung nos diz que somente aquilo que realmente somos pode curar-nos, então podemos dizer que quanto mais distante de quem você, mais adoecido você fica. Se você mudar sua atitude, seu modo de ver suas cores, o que poderá nascer?
Se isso faz sentido para você me chama aqui no WhatsApp para agendar sua primeira sessão ou para tirar suas dúvidas:

Quer me conhecer melhor?

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Olá! Sou Psicólogo e atuo com psicoterapia desde 2021 com base na Psicologia Complexa Junguiana. Tenho especialização em Psicologia Complexa pelo Instituto Dédalus e atualmente curso especialização em Mitologia Comparada. Clique em saiba mais para mais detalhes:

Ricardo Sergio Backes Bertuol, Psicólogo & Analista Junguiano

Depoimentos

Quer saber o relato de quem já experienciou esse processo? Confere aqui:

É isso que você busca? Vamos conversar sobre como a análise pode te ajudar, é só clicar aqui:

Você quer aprender mais sobre os padrões que te prendem?
Confere aqui no blog:

Conheça o podcast Mundo Invertido!

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“Eis por que o objetivo mais nobre da psicoterapia não é colocar o paciente num estado impossível de felicidade, mas sim possibilitar que adquira firmeza e paciência filosóficas para suportar o sofrimento. A totalidade, a plenitude da vida exige um equilíbrio entre sofrimento e alegria. Mas como o sofrimento é positivamente desagradável, é natural que se prefira nem conhecer a medida do medo e inquietação para a qual o homem foi criado. É por isso que se diz sempre, benevolentemente, que tudo vai melhorar, que se vai alcançar a maior felicidade do mundo, sem pensar que a felicidade também está contaminada, enquanto não se completar a dose de sofrimento.” - Jung

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