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Como é a nossa sessão de terapia?

A nossa sessão é um lugar feito para você, um lugar para falar de tudo o que é importante, mesmo as pequenas coisas ou os sentimentos que você guarda lá no fundo para conseguir seguir em frente que podem parecer pequenos, mas que exercem muito peso sobre a sua vida.

A nossa sessão é o lugar deles, dos seus sentimentos, emoções, desejos e sonhos, essas coisas que desprezamos para seguir em frente, mas se você percebeu que sem lidar com isso é impossível seguir em frente então a nossa sessão pode ser o seu lugar.

A nossa sessão é o lugar das suas partes que ficaram para trás porque você teve que ser muito forte. 

É o lugar para você ser você por inteiro, aos poucos as máscaras vão sumindo e você vai aparecendo. A nossa sessão é o lugar de ver que você é muito mais do que a imagem que faz de si mesmo. É o lugar de estar, de pertencer!

A nossa sessão é o lugar de cuidar daquilo que você teve de se separar para seguir em frente ou seguir caminhos que os outros quiseram por você, ou tentar atingir um objetivo que se perdeu com o tempo, é lugar de cuidar.

A nossa sessão é lugar de descobrir o que é único sobre você, porque cada caminho é único e nós podemos descobrir juntos qual o seu caminho, porque você, seus sentimentos, sonhos e perspectivas determinam o que faz sentido, porque sua vida não está escrita em livros ou teorias, é preciso experienciar e descobrir, a nossa sessão é o lugar de se permitir ser livre, questionar e descobrir coisas novas sobre si próprio.

Se tudo isso faz sentido para você, então a nossa sessão é o seu lugar!

Para começar: você pode agendar e tirar suas dúvidas falando comigo no WhatsApp ou consultar mais informações aqui no site.

 

Vem trocar uma ideia comigo que te ajudo a entender o que a terapia tem a oferecer especialmente para você!

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Ricardo Sergio Backes Bertuol

Analista Junguiano e Psicólogo CRP 08/32882

Depoimentos

Quer ler o relato de quem já mergulhou? Confere aqui:

“Eis por que o objetivo mais nobre da psicoterapia não é colocar o paciente num estado impossível de felicidade, mas sim possibilitar que adquira firmeza e paciência filosóficas para suportar o sofrimento. A totalidade, a plenitude da vida exige um equilíbrio entre sofrimento e alegria. Mas como o sofrimento é positivamente desagradável, é natural que se prefira nem conhecer a medida do medo e inquietação para a qual o homem foi criado. É por isso que se diz sempre, benevolentemente, que tudo vai melhorar, que se vai alcançar a maior felicidade do mundo, sem pensar que a felicidade também está contaminada, enquanto não se completar a dose de sofrimento.” - Jung

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